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04/07/2022 12:28

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Acusada de trabalho escravo, Shein pode passar a produzir no Brasil

De olho no mercado brasileiro, a Shein, marca de fast fashion chinesa, está em processo de diálogo com parceiros locais no país para a produção de roupas. A marca é reconhecida pelos preços baixos e variações nos modelos, no entanto, a empresa é questionada por mais transparência em seu processo de confecção.

Segundo estimativas de um relatório do banco BTG Pactual, a empresa chinesa faturou mais de R$ 2 bilhões com o mercado brasileiro. A popularização, principalmente entre os jovens, fez com o fundador da Shein, Chris Xu (também conhecido como Yangtian Xu) desembarcasse no Brasil em dezembro de 2021.

O tipo de modelo de negócio da Shein é cercado de polêmicas. A marca enfrenta suspeitas de trabalho análogo à escravidão e também acusações de plágio. Muitos consumidores pedem por mais transparência no processo de confecções das peças. Além disso, a marca é acusada de não divulgar dados.

A Shein afirma que “nunca usa trabalho infantil e forçado” nas produções das peças e que “faz campanhas contra práticas antiéticas”. No entanto, a empresa recebeu uma pontuação de 1, em um total de 100, no último Fashion Transparency Index, que classifica a transparência de dados de grandes marcas globais. Em comparação, a Zara recebeu 36, e a H&M, 68.

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