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01/07/2022 07:27

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Secretária Marcela Passamani, destaca projetos para mulheres na Sejus

A Secretária de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus), Marcela Passamani, foi a primeira mulher assumir a pasta, no dia em que a OMS elevou o estado da contaminação à pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavirus. Desde então, seu maior desafio tem sido tornar a Sejus mais eficiente no atendimento ao cidadão.

Em entrevista a Elisabel Ferriche e Iell Paiva, no Jornal da Sucesso 2ª Edição (foto), Marcela Passamani falou sobre os projetos da Sejus para o ano de 2022, as inúmeras ações e serviços itinerantes ofertados para a comunidade do Distrito Federal, como os programas Sua Vida Vale Muito e Sejus Mais Perto do Cidadão.  

Como esposa, mãe e dona de casa, Marcela Passamani disse que tem procurado dar um perfil mais feminino de organização a Sejus para que os projetos saiam do papel.

Entre as ações da Sejus ela destacou a reforma e modernização de todas as unidades do Na Hora. Em 2020, foram atendidos 1,1 milhão de pessoas. O número de autoatendimento foi de 55,8 mil no mesmo período. Já no primeiro semestre de 2021, o Na Hora fez 518 mil atendimentos nas unidades e 39,6 mil autoatendimentos. O tempo médio de espera, que chegava a 27 minutos até 2019, caiu para três a sete minutos em 2021.

Outro projeto da Sejus do qual a secretária muito se orgulha é a Campanha “Dignidade Feminina”, que arrecada absorventes para estudantes em vulnerabilidade; fazendo com que as estudantes deixem de faltar aulas no período de menstruação.

No Dia Internacional da Mulher, data da entrevista, a secretária Marcela Passamani, lembrou ainda a importância do acolhimento das mulheres vítimas de violência por meio do projeto Pró-Vítima, um programa de atendimento de psicologia, assistência social e capacitação de pessoas que são vítimas de violência doméstica. “As mulheres precisam de autonomia para romper com o ciclo de violência doméstica. Damos a elas a capacitação necessária para que elas possam ser multiplicadoras, não só do que aprendem mas da estima esquecida”, explicou a secretária.

Na atual gestão, os núcleos de atendimento passaram de quatro para oito. Além disso, também são disponibilizadas equipes que trabalham de forma itinerante para dar suporte presencial a pessoas que moram em Regiões Administrativas que não possuem unidades físicas. Cerca de 75% dos atendimentos são em decorrência de violação de direitos da Lei Maria da Penha.

A secretária Marcela Passamani também defendeu uma maior presença das mulheres em espaços políticos e disse que tanto o Congresso Nacional quanto a Câmara Legislativa do DF ainda tem pouca representação feminina “por falta de apoio e oportunidade”.

A íntegra da entrevista pode ser acompanha no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=wUbnZIEhgfM

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